Pular para o conteúdo principal Logo Defensoria
                   

Acessibilidade

Fale com a defensoria
NOTÍCIAS

Defensoria integra Semana da Diversidade de Cajazeiras VII e garante atendimento jurídico à população

Organizado pelo Núcleo LGBT de Cajazeiras, o evento contou com os serviços das Especializadas de Família e Direitos Humanos
26/08/2025 04:08 | Por Ailton Sena
Defensoria integra Semana da Diversidade de Cajazeiras VII e garante atendimento jurídico à população
Defensoria integra Semana da Diversidade de Cajazeiras VII e garante atendimento jurídico à população

A Defensoria Pública da Bahia (DPE/BA) participou, nesta terça-feira (26), da Semana da Diversidade de Cajazeiras VII, levando serviços jurídicos gratuitos à comunidade. A ação aconteceu na sede do Núcleo LGBT do bairro e teve como objetivo garantir o acesso a direitos e fortalecer a cidadania da população LGBTQIAPN+.

Entre os atendimentos disponibilizados estiveram adequação de nome e gênero, consulta processual, agendamento de serviços e orientações jurídicas. A participação da DPE/BA no evento se deu a partir de uma atuação em parceria com as especializadas de Família e Direitos Humanos. 

Para a coordenadora de Direitos Humanos, Cláudia Ferraz, a participação da DPE/BA em eventos como a Semana da Diversidade reflete o compromisso com o enfrentamento à discriminação. “Ao oferecer orientação, acesso e informação, a Defensoria contribui para fortalecer a cidadania e combater desigualdades que ainda marcam a vida da população LGBTQIAPN+”, ressaltou. 

Já a coordenadora de Família, Suellen Lordelo, reforçou a importância da instituição aproximar os serviços das comunidades periféricas. “Estar próxima da comunidade, em um espaço de escuta e acolhimento, significa ampliar o acesso à justiça e fortalecer a cidadania de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para fazer valer seus direitos”, destacou.

A fala da defensora pública é corroborada pelo presidente do Núcleo LGBT de Cajazeiras VII, Tarcísio Borges. De acordo com o ativista de direitos humanos, há casos em que os moradores do bairro e adjacências deixam de procurar os serviços jurídicos pela falta de recursos financeiros para se deslocar até a sede da instituição.