ESDEP - A Escola Superior da Defensoria Pública

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Em mais uma edição, projeto Quali DPE promove formação com dinâmicas para servidores da 2a, 3a e 5a Regionais da Defensoria

| Por: Ascom

Atuando para promover um acolhimento ainda mais sensível e humanizado aos assistidos da Defensoria, o projeto Quali DPE realizou mais uma edição de suas atividades de formação na última sexta-feira, 22. Desta vez participaram mais de 120 servidores das 2a, 3a e 5a Regionais da Instituição com sede, respectivamente, em Vitória da Conquista, Ilhéus e Juazeiro.

Iniciado em outubro de 2019, o projeto Quali DPE promove formação de servidores e estagiários da Instituição por meio de técnicas que estimulam a sensibilidade, o controle emocional, a escuta e a empatia. Isso visando lidar com o público-alvo da Defensoria, que é formado em sua maior parte por pessoas carentes e/ou em situação de grande vulnerabilidade social e emocional. Com carga horária de oito horas, a formação procura aliar teoria e prática, motivando e incentivando os servidores a prestar um serviço público diferenciado e de excelência para a sociedade.

Concebido para ser desenvolvido presencialmente, o projeto precisou se adaptar para seguir desenvolvendo as atividades nesta pandemia. Na edição desta sexta, o diretor da Escola Superior da Defensoria, Clériston Macêdo, deu as boas-vindas aos servidores participantes e pontuou que, de uma maneira leve e descontraída, “o projeto atua para sensibilizar a equipe da Defensoria”.

Uma das idealizadoras do Quali ao lado da servidora Joice Faim, a defensora pública e coordenadora do Núcleo de Integração da Defensoria, Cristina Ulm, comentou os desafios de desenvolver as atividades e dinâmicas com os servidores por via virtual. “Pensávamos que não seria possível seguir com o projeto de forma não presencial, Clériston [Macedo] nos instigou a pensar alternativas e a avaliação é que está ainda mais fácil que antes. Para não falar da possibilidade de promover formações para públicos maiores”, disse.

Os coordenadores das Regionais da DPE/BA participantes, José Raimundo Campos (2a), Leonardo Couto Salles (3a) e André Lima Cerqueira (5a) estiveram presentes na abertura das atividades e parabenizaram o projeto por atuar fortalecendo o trabalho coletivo, motivado e de forma harmônica e sensível ao público assistido.

Com estrutura montada no Conselho Superior para que as atividades e dinâmicas fossem realizadas por meio virtuais, com transmissão pelo Zoom, a edição contou com apresentação e facilitação da defensora Cristina Ulm, e da servidora da Esdep, Joice Faim, que é especialista em gestão estratégica de pessoas.

“Queremos alcançar um atendimento humanizado e de excelência para nossos assistidos. Por isso o Quali tem duas vertentes, uma voltada para valorização e motivação dos nossos servidores e estagiários e, ao mesmo tempo, uma capacitação para melhorar ainda mais este atendimento, pois nossos assistidos precisam ser bem atendidos do momento em que entram na Defensoria até a hora de sua saída”, comentou Cristina Ulm.

De acordo com Joice Faim, o foco das atividades é o desenvolvimento de uma percepção empática. “Fizemos uma dinâmica para traçar um perfil de personalidade dos estagiários e servidores para avaliar o que cada um já tem de melhor e o que é preciso ficar atento. Quanto à melhoria do atendimento, focamos bastante na questão da empatia. Se colocar no lugar do outro, olhar com o olhar do outro e refletir sobre o que outro pode estar vivenciando. Digo sempre que a Defensoria é o SUS jurídico para a população de baixa renda”, apontou.